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Notícias

11/02/2019 

Dispara o número de bancários doentes nos últimos oito anos

O número de bancários afastados por doenças cresceu substancialmente entre 2009 e 2017, segundo dados do INSS. O total de trabalhadores que tiveram benefícios acidentário ou previdenciário foi de 13.297 em 2009. Oito anos depois, 17.310 tiveram de se afastar do trabalho por conta de enfermidades. Um aumento de 30%. Mais de 50% dos casos referem-se a transtornos mentais (aumento de 61,5%) e enfermidades relacionadas a lesões por esforço repetitivo (crescimento de 13%).

Analisando as condições de trabalho dos bancários e o seu perfil de adoecimento ocupacional ao longo dos anos é possível compreender esses dados que são apresentados e reforçar a relação entre esses adoecimentos e o trabalho bancário, pois não se observam esses índices entre as demais categorias de trabalhadores.

O levantamento reforça que a categoria bancária está adoecendo cada vez mais, e os motivos são aqueles que os sindicatos estão cansados de alertar e denunciar: sobrecarga de trabalho, pressão para o cumprimento de metas abusivas e assédio moral. Tudo isso objetivando o aumento da lucratividade cada vez maior das instituições financeiras, o que só favorece os banqueiros, em detrimento da saúde de milhares de trabalhadores.

Subnotificação

Importante frisar que o levantamento refere-se apenas aos bancários afastados pelo INSS. Os dados desconsideram os trabalhadores que não tiveram o benefício concedido e os que mesmo doentes nunca acionaram a Previdência. Portanto, os números podem ser ainda maiores. A exclusão desses empregados dos números oficiais é chamada de subnotificação. O aumento do total de afastados foi muito maior do que o crescimento do total de trabalhadores bancários. Em 2009, a categoria bancária somava 462 mil trabalhadores. Oito anos depois passou para 467 mil, aumento de 1%.

Os bancos respondem por apenas 1% dos empregos no Brasil, mas foram os responsáveis por 5% do total de afastamentos por doença no país, entre 2012 e 2017. Os dados são do Ministério Público do Trabalho.

Políticas de governo que prejudicam

Desde 2016, após o golpe de Temer, o governo federal vem anulando milhares de auxílios previdenciários e aposentadorias. Os pensionistas que não apresentam sequelas aparentes, como é o caso das pessoas que sofrem de doenças psicossomáticas, são os mais prejudicados pela política de revisão dos benefícios. E o governo Bolsonaro já mostrou que irá continuar com essa política. Além disso, o atual governo extinguiu o Ministério do Trabalho, justamente a pasta responsável por fiscalizar e penalizar empresas que impõem más condições e jornadas degradantes aos seus trabalhadores. São políticas que só favorecem as empresas que cometem abusos.

Última atualização: 11/02/2019 às 11:26:14
 
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