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  12/08/2019
Edição Nº 1583 de 12 a 17 de agosto de 2019
BANCO DO BRASIL

EM DIA NACIONAL DE LUTA: BANCÁRIOS PROTESTAM CONTRA REESTRUTURAÇÃO

Sindicatos dos bancários de todo o país realizaram na sexta-feira (9/8) um Dia Nacional de luta contra reestruturação no Banco do Brasil, que anunciou no dia 29 de julho mais um Plano de Adequação de Quadros (PAQ), com previsão de extinção de funções, redução de postos de trabalho, fechamento de agências e departamentos. O banco também prepara um novo plano de desligamento incentivado. Os protestos de sexta fazem parte do calendário de luta em defesa dos bancos públicos, definido na 21ª Conferência Nacional dos Bancários.

Em Fortaleza, os diretores do Sindicato visitaram e mobilizaram várias agências como parte do Dia de Luta no Estado: Aerolândia, Cambeba, Messejana, Washington Soares, Fórum Clóvis Bevilaqua, Seis Bocas, Frifort, Caucaia, Juaci Sampaio, Ag. Praça do Carmo, Escritório Digital Praça do Carmo, Eusébio, Heráclito Graça, Pontes Vieira, Barão de Studart, Barão de Aracati e Papicu. Na pauta, a cartilha sobre a importância dos bancos públicos e o dia de mobilização contra a desestruturação e redução do quadro de funcionários do BB.

Levantamento realizado pelo Dieese com base em dados do Banco Central, aponta que, atualmente, dos 5.590 municípios brasileiros, 3.365 (60,2%) contam com uma ou mais agência bancária. Do total de municípios, 950 (17%) são atendidos somente por bancos públicos. Os dados mostram, ainda que, com o fechamento de agências de bancos públicos, 57% das cidades brasileiras podem ficar sem agências bancárias e, neste caso, suas populações terão que se deslocar para outros municípios para ter acesso aos serviços por elas prestados.

O exemplo mais alarmante é de Rondônia. Dos 15 municípios do estado, apenas seis contam com agências bancárias e em cinco deles existem apenas bancos públicos. Fechadas as agências de bancos públicos, toda a população do estado teria de ir até a capital para utilizar um banco. A atual política de Estado é de exclusão. Com isso, o papel do banco público, que deveria contribuir para o desenvolvimento regional igualitário e garantir a oferta de serviços bancários para a população, vem se perdendo.

O banco disponibilizou o número 0800-7295-299 para que os funcionários tirem suas dúvidas a respeito do PAQ.

“O BB vem priorizando a proliferação de agências digitais. Isso afetará sua função pública e social. A política de Estado para os bancos públicos deve priorizar a bancarização da população, principalmente a de mais baixa renda, ao invés de copiar o modelo adotado pelos bancos privados. Isso não quer dizer que o BB não possa ter agências digitais, mas o banco não pode abrir mão de agências físicas arriscando descumprir com a função social que compete a um banco público”
Bosco Mota, diretor do Sindicato e funcionário do BB

Última atualização: 12/08/2019 às 13:00:14
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