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  11/07/2019
Quinta-feira, 11 de julho de 2019

Contraf-CUT negocia saúde do trabalhador com o BB

Em rodada da Mesa Temática de Saúde, prevista do Acordo Coletivo de Trabalho ACT-2018/2020, realizada nesta quarta-feira (10), em Brasília, o Banco do Brasil apresentou dados sobre o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), que é feito de acordo a Norma Regulamentadora (NR7) e também uma apresentação sobre o programa de Reinserção – Retorno ao Trabalho. Foram apresentados ainda números compilados do Exame Periódico de Saúde (EPS) de 2018. Existe uma obrigação legal e o EPS pode ser feito bienalmente para pessoas até 50 anos e sem doenças, mas o BB faz anualmente para todos os funcionários. O PCMSO é realizado pela Cassi com ressarcimento do banco via convênio, não entrando nas despesas assistenciais da Cassi.

Entre os dados apresentados que mais preocupam os representantes dos trabalhadores está o crescimento do sobrepeso, maior no BB do que a média do Brasil. Estudos indicam que a incidência de câncer tem sido mais associada ao sobrepeso do que ao cigarro. O percentual de sedentarismo no banco também é bastante elevado. O Banco também tem feito no EPS um rastreamento de tendência a depressão entre os funcionários, através de um questionário simples, com duas perguntas. A partir da resposta, o médico do trabalho faz alguns encaminhamentos e acompanhamentos.

O Banco do Brasil também apresentou informações sobre o programa de reinserção, que é o programa de retorno ao trabalho dos funcionários que estão há algum tempo afastados, tendo como público alvo os reabilitados do INSS, os funcionários sem benefício do INSS, aqueles que tiveram a suspensão da aposentadoria por invalidez, os aposentados afastados a mais de 90 dias e os funcionários que retornam e que tem necessidade de adaptações. Foi explicado como é feito o acolhimento do funcionário no local de trabalho, sua adaptação e o acompanhamento.

Os representantes dos sindicatos e federações fizeram vários questionamentos sobre os dois programas, com sugestões de melhoria no acompanhamento dos casos de retorno por cancelamento de licença ou aposentadoria por invalidez, principalmente de funcionários com muito tempo longe dos locais de trabalho.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) orienta que todos os funcionários façam agendamento e não deixem de realizar o EPS, pois muitos problemas ocupacionais são detectados naquele exame e os dados são cruzados com os dados da Cassi, para melhor monitorar a saúde dos funcionários. Os representantes dos trabalhadores solicitaram dados mais detalhados sobre afastamento, além dos informados no Relatório Anual do BB. Foi solicitado que o banco comunique os casos de reinserção aos sindicatos para melhor auxílio aos funcionários. Depois do recebimento dos dados solicitados, será feita avaliação da necessidade de outra rodada da Mesa Temática de Saúde. O Banco informou que vai verificar junto à Mesa Bipartite da Fenaban o que for solicitado de dados, já que o assunto está sendo discutido lá também.

O movimento sindical apontou para a Diretoria de Pessoas (DIPES) há a necessidade de uma melhor orientação ou capacitação dos gestores para lidar com as pessoas com restrições. O Banco informou que estão desenvolvendo ações para direcionar melhor as pessoas para as funções mais adequadas e que em breve irá nos apresentar esse programa com as novas iniciativas aprovadas.

PSO - Foi relatado que nas Plataforma de Suporte Operacional (PSO) em todas as regiões do país, está havendo pressão para a adesão ao banco de horas, descumprindo assim o firmado no Acordo Coletivo. A Comissão de Empresa denunciou que funcionários têm sido transferidos de SOP simplesmente por não aderirem ao banco de horas, o que é ilegal e fere o que foi acordado, que é livre adesão. Outro problema relatado pela CEBB é que na Instrução Normativa IN 361 não consta que as horas serão convertidas em espécie após seis meses. O Banco ficou de avaliar a revisão para adequação ao ACT. A Contraf-CUT também questionou se as horas não folgadas estão sendo provisionadas. O banco respondeu que já existe a provisão e o primeiro pagamento de horas não folgadas será feito na folha de pagamento de agosto deste ano.

Última atualização: 11/07/2019 às 15:47:40
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