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  06/08/2018
Edição Nº 1536 de 6 a 11 de agosto de 2018
10 DE AGOSTO

É hora de dizer BASTA a todos os desmando do governo golpista

No próximo dia 10 de Agosto, a partir das 9h, na Praça da Bandeira, a população cearense está convocada para dizer BASTA a todos os desmandos do governo golpista de Temer. A atividade é organizada pelas centrais sindicais em nível nacional e tem o objetivo de paralisar locais de trabalho e organizar manifestações de protesto contra o desemprego crescente, o aumento do preço do gás de cozinha e dos combustíveis e contra a retirada de direitos da classe trabalhadora. Esses problemas foram provocados pelas medidas adotadas pelo governo golpista, como as privatizações, o engessamento do orçamento (EC95), a reforma trabalhista e a terceirização irrestrita.

País tem 13 milhões de desempregados
A taxa média de desemprego no país ficou em 12,4% no trimestre encerrado em junho, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE. De acordo com a pesquisa, o número de desempregados foi estimado em 12,966 milhões. O total de empregados com carteira caiu 1,5% em 12 meses: menos 497 mil vagas formais. Já o total de empregados sem carteira (10,989 milhões) aumentou 2,6% (276 mil) e 3,5% (367 mil).

Reforma trabalhista cria novo perfil de desempregado
O monitoramento dos riscos sociais revela que o medo do desemprego atinge patamar inédito, tendo o IBGE apontado para o universo de quase 28 milhões de pessoas comprometidos com a procura por trabalho, equivalendo a um trabalhador a cada três nessa situação. No governo Temer, o retorno das políticas neoliberais em uma economia combalida pela recessão aprofundou a dimensão do desemprego produzindo um novo tipo de desempregado. O contingente de desempregados cresce mais para pessoas com ensino superior, seguido para trabalhadores com o ensino médio. Na faixa de 18 a 24 anos, a taxa do desemprego encontra-se em 28,1%, ou seja, a cada três jovens que se encontram no mercado de trabalho, praticamente um situa-se na condição de desempregado. Os trabalhadores, em cada região do Brasil, sofrem tanto da mais grave queda no nível das atividades econômicas como da liberalização das formas rebaixadas de contratação laboral ao patronato, autorizadas pelo atual desmonte das políticas de garantia dos direitos sociais e trabalhista.

Bancos fecharam 2.846 postos de trabalho no 1º semestre
Os bancos fecharam 2.846 postos de trabalho no país, entre janeiro e junho de 2018, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pela subseção Dieese na Contraf-CUT. A análise por Setor de Atividade Econômica revela que os “Bancos múltiplos com carteira comercial”, categoria que engloba bancos como, Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e Banco do Brasil, foram responsáveis pelo fechamento de 1.804 postos nos seis primeiros meses do ano. No caso da Caixa, devido ao “Programa de Desligamento de Empregados”, lançado em fevereiro, o fechamento foi de 1.101 postos no período. Nesse período foram registrados, ainda, 35 casos de demissão por acordo. Essa modalidade de demissão foi criada com a aprovação da Reforma Trabalhista. Os empregados que saíram do emprego nessa modalidade apresentaram remuneração média de R$ 8.827,74.

Última atualização: 06/08/2018 às 09:12:34
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